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Trabalhamos com todas as marcas e modelos de ar condicionado

34A qualidade do ar das nossas casas e do ambiente de trabalho pode aumentar o risco de rinite e até afetar a produtividade.

Muito se fala sobre o aumento da poluição atmosférica e dos problemas com a qualidade de ar das grandes cidades. E, de fato, o acúmulo de substâncias encontradas no ar pode ser nocivo à saúde e ao meio ambiente. Mas nem todo mundo dá atenção para o que os especialistas chamam de “poluição indoor”, ou seja, a qualidade do ar nos ambientes internos, sejam eles residenciais, sejam comerciais.

As pessoas passam 90% do seu tempo dentro de salas ou recintos fechados – em casa, na escola, no trabalho, no carro etc – e a contaminação nesses locais pode ser de cinco a dez vezes pior do que no ambiente externo.

Nesse cenário, existem tanto a poluição perceptível (odores, poeira, mofo…) como aquela que não sentimos, mas que pode ser prejudicial à saúde, como certas substâncias e as bactérias. Ao ar livre, esse tipo de contaminação se dispersa. O contrário acontece em um ambiente fechado, onde todos esses elementos ficam concentrados e aumentam o risco de problemas respiratórios e condições que afetam a produtividade.

Em ambientes que contam com equipamentos de ar-condicionado a atenção deve ser ainda maior. O recurso traz uma série de benefícios, como conforto e bem-estar, ajudando a suportar as altas temperaturas do verão e o frio no inverno. O Brasil está entre os dez maiores mercados mundiais nesse segmento. Mas é preciso ficar de olho em seu impacto na saúde. A falta de manutenção e de limpeza desses aparelhos, comum por aí, propicia algumas doenças, especialmente as respiratórias.

Durante muito tempo, os setores de ar-condicionado e refrigeração se valiam apenas de limpezas manuais dos filtros e manutenções periódicas dos equipamentos. Em paralelo, ganharam espaço nos ambientes internos os produtos conhecidos como “cheirinho”. Só que a maioria deles tem uma grande concentração de compostos químicos que mais pioram do que resolvem o problema.

Pensando em eliminar ou minimizar potenciais riscos à saúde, no início do ano foi sancionada Lei Federal 13 859, que torna obrigatória a execução de um Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas e aparelhos de ar condicionado em edifícios públicos e de uso coletivo. A lei se aplica também a ambientes climatizados de uso restrito, tais como aqueles empregados em processos produtivos ou laboratoriais, que devem obedecer a regulamentos específicos. Todos os estabelecimentos deverão estar regularizados em 180 dias, sob pena de multa que chega a 200 mil reais.

Hoje estão disponíveis no mercado, tanto para residências quanto para grandes empreendimentos, diversas tecnologias de medição e descontaminação do ar nos ambientes internos. Falamos de métodos ecológicos, com princípios de purificação próximos aos da própria natureza. Eles viabilizam não só o cumprimento da nova lei como trazem benefícios à saúde dos ocupantes e à economia das empresas. Quanto antes houver o planejamento dessas metas de prevenção, cuidado e reparo, melhor será a qualidade do ar nesses locais.

É importante que todos saibam que aparelhos de ar-condicionado podem se tornar um foco de micro-organismos que, em última instância, causam problemas e impactam na produtividade das pessoas. Estudos indicam que ambientes saudáveis, com boa qualidade do ar, iluminação adequada, entre outros fatores, podem gerar incremento de 8 a 11% na produtividade. Tem mais: a manutenção desses equipamentos é capaz de gerar economia na conta de luz.

Chegamos ao ponto de ser necessária uma lei para garantir que a qualidade do ar dos ambientes fechados não continue afetando o bem-estar das pessoas e levando ao desperdício de dinheiro e energia. Que essa conscientização ganhe escala para que tenhamos ambientes mais saudáveis e sustentáveis.

 

Fonte: Saúde - Abril

Ar condicionado inverter e convencional goiânia 895x430

A primeira coisa que você deve saber sobre o ar condicionado Inverter é que ele é o maior aliado para quem quer economizar na conta de luz. Essa tecnologia já existe há alguns anos para modelos de ar condicionado split, e o processo de economia é baseado na extinção dos picos de energia.

O mundo esta cheio de inovações e na climatização não seria diferente, o Split inverter é uma evolução tecnológica desenvolvida pensando primeiramente na conta de luz das famílias.


Mas vou lhe explicar melhor…

O ar condicionado Inverter é um aparelho econômico, durável e silencioso que refrigera o ambiente de forma constante ao controlar a velocidade do compressor. Por não ligar e desligar, como modelos comuns, acaba desgastando menos o motor e reduzindo a emissão de ruídos.

Explicando melhor, a tecnologia faz com que o compressor nunca precise ser desligado completamente e, desta forma, não ocorrem picos de voltagem. É como o próprio nome já diz, ele inverte a frequência que controla a velocidade de compressão do ar.

Sendo assim, quanto menos calor precisar ser retirado do ambiente, menor será a velocidade do compressor e vice-versa. Por funcionar dessa maneira, um ar condicionado Inverter consome cerca de 60% menos energia em comparação com um modelo que não tem essa tecnologia.

Além disso, como o compressor do ar condicionado Inverter sempre está atuando, não há oscilações na temperatura. Ou seja, você não passa frio ou calor a cada instante, pois a temperatura sempre fica estável.

 

Quais as vantagens de um ar condicionado Inverter?

Por trazer os benefícios da tecnologia, é comum que um ar condicionado split Inverter seja mais caro, mas o custo/benefício compensa, especialmente se o menor consumo de energia for levado em conta.

Consumo energético
Economiza até 60% de energia, já que o compressor aumenta e diminui a rotação gradativamente

Controle de temperatura
Atinge a temperatura desejada rapidamente e a mantém estável, sem oscilação entre calor e frio

Tipo de gás
Usa gás ecológico, que não prejudica a camada de ozônio

Emissão de ruído
Mais silencioso, pois o compressor trabalha em baixa rotação quando estabiliza a temperatura, diminuindo o ruído da condensadora

Durabilidade
Maior durabilidade, pois o desgaste do compressor é evitado, uma vez que o motor não fica ligando e desligando o tempo todo

 


Fonte: Zoom

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Ar-condicionado na temperatura ideal

Primeiro, vamos lembrar o seguinte: seja inverno ou verão, faça frio ou calor lá fora, não precisa colocar a temperatura do ar-condicionado no máximo.

A temperatura ideal para o corpo humano fica na faixa dos 23ºC aos 26ºC, segundo a Anvisa. É preciso levar em conta também que as pessoas podem ter metabolismos diferentes e, portanto, precisarem de temperaturas um pouco mais altas, como parece ser o caso das mulheres, segundo apontam estudos muito recentes.

Outra, não custa nada entender um pouco melhor como funciona a temperatura do seu próprio corpo, não é?

Ok, isso ficou entendido? Então vamos em frente!

Mas vamos dizer que você, seu familiar ou o coleguinha de trabalho resolveram colocar o ar-condicionado em temperatura de forno. Quem sabe está fazendo um frio danado lá fora e vocês só querem ficar confortáveis na sala de estar, no quarto ou no escritório. Justo, não é? Mas e aí, isso vai te fazer mal?

E aí, o modo aquecimento faz mal?

A resposta mais correta é: não.

Isso quer dizer que não existe nenhum risco? Também não é bem assim, mas apenas o ar quente emitido pelos aparelhos de climatização não tem como te fazer mal algum. São outros fatores do ambiente e do seu cuidado com o próprio ar-condicionado que vão dizer se existe ou não algum problema em deixar o equipamento ligado no máximo.

Vamos ver alguns deles?

Ok, o mais preocupante dos problemas é o calor, não é? Falta de ar, sensação de sufoco, tontura. Pois bem, isso pode acontecer se o aquecimento for excessivo, o que pode ser causado por:

Superdimensionamento

O superdimensionamento acontece quando um ar-condicionado muito potente é colocado em um ambiente muito pequeno, que não precisa de tantos BTUs. Ou o contrário, quando um ambiente muito grande é atendido por um ar-condicionado de baixa potência.

No modo aquecimento, um ar-condicionado superdimensionado pode esquentar tudo muito rápido. Apesar desses aparelhos serem programados para não passar da temperatura configurada pelo usuário, pode acontecer do equipamento liberar uma grande quantidade de ar quente de uma só vez, deixando o ar mais abafado e pesado.

Umidade

Sim, é bem sabido por aí que o ar-condicionado retira a umidade do ar. Por isso, é importante tanto no modo frio quando no modo quente, prestar atenção à umidade dos ambientes climatizados.

Em ambientes que já são naturalmente mais úmidos, é preciso apenas tomar cuidado para que o calor e a umidade não causem desconforto ou gerem a proliferação de bactérias. Nada que a limpeza básica de um cômodo não dê jeito. Ah, falando em limpeza…

Filtros

Esse é outro cuidado que o usuário precisa ter tanto no modo frio quanto no modo quente. Os filtros do ar-condicionado precisam de limpeza e manutenção periódicas. Em períodos de uso intenso do aparelho, o recomendado é que seja feita a limpeza dos filtros uma vez ao mês. E uma vez a cada dois meses nas épocas em que não se utiliza muito ou nada o aparelho.

Isso é importante especialmente no modo aquecimento, porque no inverno as pessoas tendem a ficar mais fechadas dentro dos ambientes e, portanto, mais expostas ao ar-condicionado. Se os filtros do aparelho estiverem sujos, o ar aquecido vai estar sujo também, podendo conter bactérias e fungos que, no calor, se proliferam com facilidade.

 

Fonte: Web Arcondicionado

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Purificadores de ar funcionam?

Primeiro, um esclarecimento: o ar-condicionado, em si, não é um vilão para o corpo. Sem dúvida, a engenhoca dá uma baita ajuda para driblar o calor excessivo do verão. “O problema é que, para diminuir a temperatura, ele suga o ar do ambiente e retira umidade. E a umidade baixa causa uma série de incômodos”, explica o pneumologista Ubiratan de Paula Santos, do Instituto do Coração, em São Paulo. “O ideal é, ao ligar o aparelho, aumentar a oferta de água no cômodo, o que não acontece na maioria das vezes”, completa. Com o ar seco, as vias aéreas ficam prejudicadas e irritadas (veja no quadro à direita como a queda na umidade relativa do ar afeta o organismo). Para ficar confortável, a umidade do ar deve permanecer entre 50 e 60%.


Fora a secura, a boa conservação desse eletrodoméstico é importante para garantir que uma outra dor de cabeça não chegue junto com aquela sensação geladinha. É que, sem limpeza regular, o filtro acumula partículas de poluentes, além de fungos e bactérias. “Com o tempo, a qualidade do ar interno chega a ficar pior do que a da rua”, alerta Santos. Em escritórios, por exemplo, a pouca manutenção do equipamento contribui para a proliferação de vírus como o da gripe, já que a transmissão se intensifica em ambientes fechados. “É a chamada síndrome do edifício doente, quando infecções respiratórias são propagadas entre colegas de trabalho por causa do ar contaminado”, explica o alergologista João Negreiros Tebyriçá, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia.

Por falar em alergia, quem sofre com ela, aliás, precisa ficar mais atento aos efeitos de tanta refrescância na atmosfera. Além dos senões da umidade e da manutenção, o choque térmico de transitar do calorão para o local climatizado costuma desencadear uma crise em quem sofre com rinite, bronquite e outras ites. Quando o nível do termômetro despenca, um mecanismo conhecido como reflexo colinérgico é acionado na gente como uma espécie de reação de defesa. Essa resposta ao frio repentino provoca espirros, congestão nasal e tosse.


“Os alérgicos apresentam uma sensibilidade maior no nariz e nos brônquios mesmo quando a mudança não é tão brusca. Some-se isso à baixa umidade e os ataques aparecem”, expõe Tebyriçá. Não ficar prostrado na frente da saída de ar já ameniza a situação. Outras medidas bem fáceis de adotar possibilitam que você alivie o suadouro sem que nenhuma encrenca dê as caras.

Contra a seca repentina instalada nos cômodos refrigerados, o segredo é hidratar-se e proteger-se contra o frio (veja mais detalhes no quadro à direita). E, se você dorme com o ar ligado, melhor maneirar. “Se ele funciona durante várias horas, a recomendação é não deixar a temperatura muito baixa para que as mucosas não ressequem ainda mais”, orienta o alergologista Gustavo Graudenz, da Universidade Nove de Julho, na capital paulista. Uma estratégia eficaz é umedecer o nariz com soro fisiológico antes de cair na cama e deixar um copo d’água por perto para bebericar entre os intervalos do sono.

Ao acordar, abra as janelas. Afinal, é indispensável que os espaços da casa estejam sempre arejados, não importa quão limpo o filtro do ar-condicionado esteja. “Deixar a janela escancarada traz ventilação natural e aumenta a renovação do ar do ambiente”, conta Graudenz. E isso também é válido para o carro e, se for possível, no escritório, ainda que por pouco tempo.

Além de todos esses cuidados, acertar na compra é outra atitude que faz toda a diferença. Na hora de escolher, observe a quantidade de BTU/h do equipamento. “Essa unidade de medida representa a quantidade de troca de calor realizada pelo aparelho no intervalo de uma hora”, decifra Renata Leão, gerente da Engenharia de Serviços da Whirpool Latin America, fabricante das marcas Brastemp e Consul. Quanto maiores os BTUs, maior a potência do condicionador de ar. Mas é preciso ajustar essa força de acordo com o tamanho do local e o número de pessoas que circulam por lá.

Por último, não se esqueça de reparar no total de energia consumida pela máquina e se a limpeza dela é fácil. “Higienizar corretamente não é essencial só para a saúde, mas para que o sistema de refrigeração funcione bem, diminuindo o gasto energético”, explica o ambientalista Jorge Colaço, da empresa Recigases, no Rio de Janeiro. A conta de luz diminui, o planeta agradece e seu corpo, agora refrescado, também.

 


Fonte: Saúde

limpeza de ar

Antes de tomar providências sobre um ar-condicionado que apresentou uma falha pela primeira vez, procure descobrir com precisão qual é o problema dele. Isso só é possível com a ajuda de um profissional do setor. Procure por uma assistência técnica de confiança, com técnicos qualificados. Às vezes algo muito simples pode se tornar uma baita dor de cabeça se escolhermos as pessoas erradas para “consertar” nossos eletrodomésticos.

Mas se o seu aparelho vem apresentando problemas seguidamente e você já investiu muito dinheiro em manutenção, pode ser que mais um reparo não esteja valendo a pena.

Nossa dica: Faça as contas. Quantas vezes seu aparelho já apresentou falha no último ano, quanto você já gastou em manutenção e quanto vai custar para consertar novamente? Depois faça uma pesquisa de preços de aparelhos novos para ver se compensa continuar insistindo no mesmo aparelho.

Dica 1 – Pontos de ferrugem.

Este é um dos sinais mais visíveis que indicam que o aparelho precisa ser trocado. A manutenção neste caso ajuda a recuperar o sistema interno, mas quando os pontos de ferrugem aparecem, dificilmente a estrutura interna está boa o suficiente para manter o aparelho ativo.

Dica 2 – Barulho alto que incomoda!

Quando o barulho do seu ar-condicionado incomoda é porque a vida útil está para acabar. Verifique com um especialista a possibilidade de manutenção ou necessidade de troca do equipamento.

Dica 3 – A visita ao técnico é constante?

Se você já possui o aparelho por muitos anos mas vive chamando o técnico,considere trocar o seu aparelho. Neste momento ele deve estar consumindo mais energia que o normal e causando outros problemas que um novo, com novas tecnologias não possuem. Mas não esqueça , todo diagnóstico deve ser feito por um especialista.

 

Fonte: Arseg

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