Ligue já: (98) 3015-7218 / 99142-1469 

marca-1.jpgmarca-2.jpgmarca-3.jpgmarca-4.jpgmarca-5.jpgmarca-6.jpgmarca-7.jpgmarca-8.jpgmarca-9.jpgmarca-10.jpg

Trabalhamos com todas as marcas e modelos de ar condicionado

piso teto 1550192O Ar condicionado Split piso teto é um aparelho muito potente e versátil, podendo ser instalado no piso na posição vertical ou no teto na posição horizontal. Ele é ideal para locais onde o fluxo de pessoas é intenso ou para ambientes com pé direito alto.

O condicionador de ar Split Piso Teto é ideal para médios e grandes ambientes, residencial ou comercial. Ambientes que tenham muita circulação, aglomeração de pessoas e ambientes com o pé direito muito alto, pois sua vazão de ar é maior que os tradicionais.

Aproveitamento de espaço

Sua principal característica é o bom aproveitamento de espaço e permite que a instalação seja versátil, ou seja, instalado nas posições: sobre o piso, na parede e no teto.

Economia de Energia

Este tipo de aparelho pode economizar até 40% do consumo de energia se for instalado de forma proporcional ao local e às condições do ambiente. Também, atinge rapidamente a temperatura desejada.

Capacidade

A capacidade de refrigeração do ar condicionado Piso Teto pode variar de 18.000 BTU à 80.000 BTU. Porém, os modelos mais procurados são os de capacidade de 30.000 a 80.000 btus.

 

Fonte: Centralar

cortinaA Cortina de ar serve para separar a temperatura de dois ambientes. Este aparelho deve ser instalado em portas, evitando a troca de calor entre dois locais. Dessa forma, o ambiente pode ficar com portas e janelas abertas. A barreira de ar formada pela Cortina de Ar também funciona para impedir a entrada de insetos, odores desagradáveis e poeira.

Como o nome já sugere, este equipamento trabalha como uma cortina invisível (de ar) que separa dois ambientes de temperaturas diferentes, assim mantendo a temperatura dos dois lugares inalteradas.

Economia de Energia

A troca de calor entre ambientes é uma das funcionalidades da Cortina de Ar, mas atualmente, 80% do mercado a utiliza na proteção contra insetos, fumaça e odores desagradáveis. Sem contar que elas são muito econômicas na energia. Gastam 35% menos energia em relação a um Ar-condicionado normal.

Isolação Térmica

A parte interna do aparelho também é responsável por criar uma isolação térmica, que possibilita que as portas do aparelho fiquem abertas. Esta isolação, faz com que haja a separação de temperaturas no ambiente.

 

Fonte: Centralar

arcosA falta de limpeza e de manutenção correta e constante do ar-condicionado não apenas diminui a renovação do ar, mas provoca um acúmulo de sujeira. Além disso, durante o processo de refrigeração ocorre a condensação de água, que, líquida, acaba por se acumular no interior da máquina, favorecendo o surgimento de muitos fungos e bactérias. Esses dois fatores costumam responder pelo agravamento dos quadros de moléstias respiratórias como asma, rinite, sinusite e doença pulmonar obstrutiva crônica. “A temperatura baixa também contribui para a proliferação de bactérias que são resistentes ao frio”, lembra Stelmach.

A limpeza completa do ar-condicionado – motor e todos os dutos – deve ser feita, em média, de 30 em 30 dias. Esse tempo pode variar, dependendo das condições de operação da máquina, do ambiente e do tipo de aparelho. No caso de automóveis, por exemplo, esse período pode se estender para uns seis meses, mas isso está relacionado ao ambiente por onde o veículo anda. “Se passar todos os dias por lugares com muita poeira, o prazo diminui”, diz Oswaldo Bueno, professor de pós-graduação em refrigeração e ar condicionado do Centro Universitário da Faculdade de Engenharia Industrial (FEI), em São Bernardo do Campo (SP).

Um ar-condicionado que opera de acordo com as normas retém parte das impurezas e renova o ar do ambiente, diluindo boa parte da concentração de odores e de dióxido de carbono. A falta de limpeza reduz a circulação do ar e pode inclusive provocar a emissão de maus cheiros. Esse é, por sinal, um dos modos para se identificar se um ar-condicionado está em más condições. Alguns aparelhos liberam odor quando ligados. Por conta disso, Bueno adverte que nunca se deve colocar perfumes ou desodorantes na aparelhagem após o processo de higienização. “Toda vez que você coloca um odor, mascara outro que poderia ser ruim, porém revelador.”

Sujo, o ar-condicionado tem até 5% de sua capacidade de refrigeração reduzida. Pode parecer pouco, mas ele ainda consome, em média, 20% a mais de energia elétrica que o normal. Isso porque a sujeira força o aparelho a precisar de temperaturas ainda mais baixas para refrigerar o ambiente – e, por isso, a consumir mais energia elétrica.

“É como se eu tivesse de transportar um peso e, em vez de subir um andar, subisse dois. Vou gastar mais energia”, explica Bueno. A limpeza do aparelho é o principal cuidado que deve ser tomado. Bueno compara um ar-condicionado de pequeno porte, típico de ambiente doméstico, à geladeira. É questão de mantê-la limpa; não há necessidade de um mecânico checar a toda hora se a máquina está funcionando bem, a menos que alguma anomalia seja detectada.

Bueno ressalta que o mais importante é que o ar no ambiente seja sempre renovado, principalmente em ambientes públicos. Shoppings, escritórios e centros comerciais, por exemplo, onde circulam muitas pessoas, são ambientes propensos a ter mais poluição e mais contágio por doenças. “Onde estão as pessoas existe mais contaminação, seja pelo espirro, seja pela respiração ou pelo descamamento de pele”, explica o professor. “Há também as sujeiras que todos trazem e fica no ambiente.


Fonte: Revista Planeta


arPor dentro um circuito composto de um fluido refrigerante, um compressor e duas serpentinas recolhe o ar do ambiente - ou da rua, dependendo do modelo - e o devolve resfriado. A umidade despenca enquanto a temperatura cai, as minigotículas de água presentes no cômodo, responsáveis pela umidade relativa do ar, reagem dentro do equipamento passando ao estado líquido. Daí, sem o vapor circulando no ar, a secura exacerbada causa uma série de desconfortos nas vias áereas.

Quanto mais água, melhor para driblar a umidade baixa, hidratação é fundamental. Tome boas doses do líquido e deixe um copo por perto na hora de dormir para tomar durante a noite.

Ao sentir irritação em um dos dois, utilize soro fisiológico ou produtos feitos à base dele para lubrificar a região. Se o problema persistir, vale lançar mão de um umidificador de ambientes.

Se não tem jeito e o vento fica na sua direção, proteja peito e pescoço com lenços ou casacos leves. Procure uma vestimenta para usar na hora de trocar o clima fresco pelo calor da rua. Isso dá tempo de o organismo se acostumar com a mudança.

Ao mudar radicalmente de um extremo a outro, o corpo passa por uma série de reações de resposta à alteração. Em alérgicos, esses reflexos podem desencadear crises.

A tela removível presente nos aparelhos domésticos deve ser higienizada mensalmente com água e sabão. Evite produtos de limpeza com cheiro forte. Se a casa é muito cheia ou está cercada por ar poluído, a frequência da faxina aumenta. Uma vez por ano, um especialista deve realizar a manutenção.

O ideal é uma diferença de no máximo 8 graus para a temperatura externa. Se quiser baixar mais o termômetro, mantenha-o entre 20 e 22 graus Celsius.

 


Fonte: Saúde-Abril

34A qualidade do ar das nossas casas e do ambiente de trabalho pode aumentar o risco de rinite e até afetar a produtividade.

Muito se fala sobre o aumento da poluição atmosférica e dos problemas com a qualidade de ar das grandes cidades. E, de fato, o acúmulo de substâncias encontradas no ar pode ser nocivo à saúde e ao meio ambiente. Mas nem todo mundo dá atenção para o que os especialistas chamam de “poluição indoor”, ou seja, a qualidade do ar nos ambientes internos, sejam eles residenciais, sejam comerciais.

As pessoas passam 90% do seu tempo dentro de salas ou recintos fechados – em casa, na escola, no trabalho, no carro etc – e a contaminação nesses locais pode ser de cinco a dez vezes pior do que no ambiente externo.

Nesse cenário, existem tanto a poluição perceptível (odores, poeira, mofo…) como aquela que não sentimos, mas que pode ser prejudicial à saúde, como certas substâncias e as bactérias. Ao ar livre, esse tipo de contaminação se dispersa. O contrário acontece em um ambiente fechado, onde todos esses elementos ficam concentrados e aumentam o risco de problemas respiratórios e condições que afetam a produtividade.

Em ambientes que contam com equipamentos de ar-condicionado a atenção deve ser ainda maior. O recurso traz uma série de benefícios, como conforto e bem-estar, ajudando a suportar as altas temperaturas do verão e o frio no inverno. O Brasil está entre os dez maiores mercados mundiais nesse segmento. Mas é preciso ficar de olho em seu impacto na saúde. A falta de manutenção e de limpeza desses aparelhos, comum por aí, propicia algumas doenças, especialmente as respiratórias.

Durante muito tempo, os setores de ar-condicionado e refrigeração se valiam apenas de limpezas manuais dos filtros e manutenções periódicas dos equipamentos. Em paralelo, ganharam espaço nos ambientes internos os produtos conhecidos como “cheirinho”. Só que a maioria deles tem uma grande concentração de compostos químicos que mais pioram do que resolvem o problema.

Pensando em eliminar ou minimizar potenciais riscos à saúde, no início do ano foi sancionada Lei Federal 13 859, que torna obrigatória a execução de um Plano de Manutenção, Operação e Controle de sistemas e aparelhos de ar condicionado em edifícios públicos e de uso coletivo. A lei se aplica também a ambientes climatizados de uso restrito, tais como aqueles empregados em processos produtivos ou laboratoriais, que devem obedecer a regulamentos específicos. Todos os estabelecimentos deverão estar regularizados em 180 dias, sob pena de multa que chega a 200 mil reais.

Hoje estão disponíveis no mercado, tanto para residências quanto para grandes empreendimentos, diversas tecnologias de medição e descontaminação do ar nos ambientes internos. Falamos de métodos ecológicos, com princípios de purificação próximos aos da própria natureza. Eles viabilizam não só o cumprimento da nova lei como trazem benefícios à saúde dos ocupantes e à economia das empresas. Quanto antes houver o planejamento dessas metas de prevenção, cuidado e reparo, melhor será a qualidade do ar nesses locais.

É importante que todos saibam que aparelhos de ar-condicionado podem se tornar um foco de micro-organismos que, em última instância, causam problemas e impactam na produtividade das pessoas. Estudos indicam que ambientes saudáveis, com boa qualidade do ar, iluminação adequada, entre outros fatores, podem gerar incremento de 8 a 11% na produtividade. Tem mais: a manutenção desses equipamentos é capaz de gerar economia na conta de luz.

Chegamos ao ponto de ser necessária uma lei para garantir que a qualidade do ar dos ambientes fechados não continue afetando o bem-estar das pessoas e levando ao desperdício de dinheiro e energia. Que essa conscientização ganhe escala para que tenhamos ambientes mais saudáveis e sustentáveis.

 

Fonte: Saúde - Abril

Serviços

manutencao ar condicionado

Manutenção de ar condicionado

Atendimento Personalizado. Manutenção, Limpeza e Conservação de Ar-condicionados, Refrigeradores, Balcões Frigoríficos. Serviços Rápidos, Seguros e com Qualidade. Orçamento sem Compromisso. Ligue e Confira Nossos Serviços!

servico-imagem.jpg

Instalação de ar condicionado

Atendimento Personalizado. Manutenção, Limpeza e Conservação de Ar-condicionados, Refrigeradores, Balcões Frigoríficos. Serviços Rápidos, Seguros e com Qualidade. Orçamento sem Compromisso. Ligue e Confira Nossos Serviços!