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Trabalhamos com todas as marcas e modelos de ar condicionado

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 Para aliviar as altas temperaturas, vale de tudo para refrescar o ambiente, seja com um leque, ventilador ou ar-condicionado - mesmo sabendo que a conta de luz vai ficar mais cara. Quem não tem, ou precisa trocar, deve ficar atento a uma série de questões antes de comprar um aparelho de condicionamento de ar. Além do preço, o consumidor precisa estar inteirado das especificações de cada tipo, modelo, marca, capacidade e consumo. Diante da grande variedade ofertada no comércio, a informação é a melhor aliada antes de comprar. A FOLHA consultou especialistas para garantir uma escolha consciente. "É fundamental optar por uma marca de confiança e que tenha uma boa pós-venda, com uma ampla rede de assistência técnica. Outra questão importante é a instalação. O ideal é contratar um profissional credenciado pelo fabricante, para que seja ela feita obedecendo a critérios e normas técnicas", explica o engenheiro mecânico Maurício Lopes, presidente do Comitê Nacional de Climatização e Refrigeração.

Nas lojas, o consumidor encontra um número cada vez maior de aparelhos do modelo split, aqueles que têm as unidades de evaporação e condensação instaladas separadamente. Esses são os mais modernos, apresentam tecnologias que promovem economia de energia e têm uma enorme vantagem em relação aos aparelhos de janela. O maquinário em que fica localizado o compressor é instalado fora, enquanto nos modelos antigos todo o equipamento fica concentrado em um bloco único. O resultado é que o funcionamento do split, por esse motivo, é mais silencioso. Há ainda uma gama de aparelhos portáteis. Esses, no entanto, devem ter maior cuidado e atenção antes de serem escolhidos como solução. É o que alerta o especialista. "São aparelhos construídos com limitações que fazem com que tenham menos eficiência energética e de climatização. Nesses casos, uma unidade de 12 mil BUTs dificilmente irá funcionar como um split ou ar de janela. No máximo chega a 9 mil, consumindo mais energia. Isso porque a troca de calor é feita por um duto pequeno instalado na parede e a própria máquina gera calor dentro do ambiente", alerta Lopes.

Entender sobre as especificações dos aparelhos de ar-condicionado pode ser um trabalho complexo para os leigos no assunto. No entanto, os fabricantes brasileiros oferecem os dados de forma mais simplificada no selo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica) - programa do governo federal, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia e executado pela Eletrobras. Além dos dados sobre o consumo energético, a etiqueta é uma garantia de que a capacidade de refrigeração do aparelho foi comprovada. Isso porque, para solicitar a certificação, o fabricante precisa fazer um ensaio de desempenho e de segurança elétrica em um dos laboratórios autorizados pelo Selo Procel, comprovando a eficiência energética do equipamento e o atendimento aos critérios de segurança elétrica. "Em relação aos condicionadores de ar portáteis, até o momento não existe uma regulamentação no Brasil que avalie a eficiência energética desses equipamentos. Com a falta de uma regulamentação, fica difícil opinar sobre esse tipo de equipamento", explica Marcel da Costa Siqueira, gerente do Programa Nacional de Conservação de Energia.

 

FUTURO

O movimento do comércio e dos lançamentos da indústria vem demonstrando que o futuro do ar-condicionado se encaminha para os aparelhos split. As construtoras também estão acompanhando essa lógica. Grande parte dos novos empreendimentos imobiliários já contam com área técnica para a instalação dos aparelhos mais modernos, substituindo aqueles espaços para os modelos de janela. Vale lembrar que a instalação dos splits é mais complexa, requer uso de dreno e ligação elétrica própria. Por isso, o trabalho de um técnico é essencial, mas eleva os custos. Então, antes de comprar um modelo, deve-se calcular o quanto custará no fim, incluindo a mão de obra - isso sem falar no consumo. Para aliviar no gasto com a companhia de energia elétrica, os fabricantes oferecem os modelos conhecidos como inverter. A tecnologia regula o fluxo de energia do sistema, alterando a velocidade do compressor, o que reduz o consumo de energia quando se detecta que o ambiente precisa de menos refrigeração. Segundo Lopes, os portáteis não representam nem 0,01% do mercado e não têm tendência a aumentar. 

Além dos critérios técnicos, quem planeja aplacar o calor com um aparelho de ar-condicionado deve ficar atento ao que diz o Código de Defesa do Consumidor. Para a advogada Livia Coelho do Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), é importante ficar atento quanto aos termos da garantia contratual, aquela disposta pelos fabricantes, válida depois dos 90 dias da garantia legal. Testar o aparelho também é essencial, mesmo que o ar-condicionado vá ter suas funções postas em prova em dias de calor. Em lojas virtuais, os clientes têm um prazo de até sete dias para desistir da compra. Já nas lojas físicas, o prazo de troca garantido pela lei protege os compradores de vícios ocultos ou de não apresentar o que é prometido. "Aconselho buscar conhecer a credibilidade dos fabricantes na internet. É uma forma de se saber como as empresas costumam proceder", aconselha a advogada para que, antes de gelar o ambiente, o consumidor não esquente a cabeça.

 

Fonte: Folha de Londrina

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 Ar-condicionado

O xodó da galera e a preferência de quase todos os que querem contornar o forte calor, o ar-condicionado é o verdadeiro controlador da temperatura, permitindo determinar quantos graus um ambiente deve manter (dentro de um limite, é lógico). Para o correto funcionamento do equipamento, é preciso isolar o ambiente fechando portas e janelas.

Principais vantagens: oferece um conforto térmico melhor, é capaz de refrigerar ambientes grandes e é adequado para qualquer condição climática.
Principais desvantagens: consome mais energia do que as outras opções e exige uma instalação de maior custo (executada por um profissional qualificado). Além disso, alguns modelos diminuem a umidade do ar no ambiente.

 

Climatizador
Geralmente confundido com o ar-condicionado, o climatizador tem o seu funcionamento mais parecido com o de um ventilador tradicional, apesar de possuir recursos extras. Além de promover a circulação do ar no ambiente, esse equipamento aumenta a umidade do ar através da evaporação da água. Dependendo do modelo, esses dispositivos podem diminuir até 5 °C e outros possuem até função de aquecimento.

Principais vantagens: ao contrário do ar-condicionado, o climatizador dispensa a necessidade de isolar o ambiente. Além disso, o equipamento pode melhorar a qualidade do ar e consome menos energia, podendo ser leve e compacto (dependendo do modelo).
Principais desvantagens: o climatizador não é indicado para regiões bastante quentes e úmidas e não promove uma refrigeração muito eficiente do ambiente, apenas ventilando e umidificando.

 

Circulador
Este equipamento é destinado a distribuir o ar de forma homogênea para várias direções – diferente do que acontece com o ventilador. O circulador é a opção ideal para quem não gosta de ficar com o vento diretamente no rosto na hora de dormir, por exemplo, podendo ser portátil ou fixo no ambiente.

Principais vantagens: dependendo do modelo, não exige instalação e é perfeito para quem não quer ser incomodado com o barulho, pois é bastante silencioso, ou vento direcionado.
Principais desvantagens: é pouquíssimo eficiente para ambientes grandes e não promove uma grande redução na temperatura.

 

Ventilador

Opção mais tradicional e mais em conta entre as alternativas, o ventilador é provavelmente o mais conhecido de todos. Dependendo da potência, o equipamento é capaz de reduzir até 3 °C, mas, mesmo com a opção giratória, é direcionado para apenas um lugar, sendo mais indicado para uso individual. Possui vários modelos, podendo ser portáteis ou fixos na parede ou teto. Esses últimos são capazes de refrescar um ambiente de até 20 m² (dependendo da potência e tamanho das pás).

Principais vantagens: é a mais barata entre as opções e possui uma grande variedade de modelos. Além disso, geralmente é voltado para o uso individual.
Principais desvantagens: não umedece ou refrigera o ar e o vento só é direcionado para um único local.

 

Fonte: Tec Mundo

 

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 “A falta de manutenção dos sistemas de climatização favorece a ocorrência de problemas de saúde como sensações de cansaço, tonteira, náuseas, tosse, pele ressecada, coceiras, dificuldade de concentração, enxaqueca, irritação nas mucosas aumentando as taxas de absenteísmo e reduzindo a produtividade da população tanto nas empresas quanto em suas residências.”

Para ter um bom funcionamento do sistema de climatização, faz-se necessário a realização de um programa de manutenção regular. A manutenção preventiva adéqua nos condicionadores de ar, além de reduzir o nível de poluentes em um ambiente climatizado, permitindo ainda aumentar a vida útil dos equipamentos e a redução do consumo de energia. Algumas manutenções podem ser realizados pelo próprio cliente, como por exemplo a limpeza dos filtros de ar, que são instalados sobre os trocadores de calor da unidade interna (evaporada), e são fáceis de serem retirados e limpos. Essa limpeza pode ser feita com água corrente e sabão neutro. Para recolocar os filtros novamente no condicionador de ar é necessário que esta peça esteja completamente limpa e seca.

Quando o filtro de ar apresenta obstrução devido a presença de impurezas, acarreta na redução da vazão de ar do produto, ou seja, diminui a velocidade de saída de ar do condicionador de ar. Essa obstrução acarreta na diminuição de rendimento do produto, na diminuição da eficiência energética, congelamento do trocador de calor e conseqüência a redução da vida útil do condicionador de ar.

Devido a diferença de ambiente nos quais os condicionadores de ar são instalados, é recomendável a realização desta manutenção preventiva semanalmente. É importante salientar que grande parte das falhas existentes nos condicionadores de ar é decorrente de falta de manutenção preventiva.

É recomendável que anualmente seja realizado uma manutenção preventiva mais complexa para garantir um aumento da vida útil do produto e conseqüentemente a permanência da garantia. Nesta manutenção é essencial a retirada do equipamento e a realização de desmonte e limpeza de interna e externa ( limpeza de trocador de calor, bandejas, ventiladores e demais peças internas).

A manutenção preventiva anual também e fundamental para eliminação de odores indesejáveis, evitando a propagação de fungos e bactérias, além de inibir a ploriferação de outros microorganismos Nocivos a saúde dos usuários.

A manutenção preventiva anual abrange:

Limpeza do trocador de calor da unidade externa (condensador) e trocador de calor da unidade interna (evaporador)

Limpeza do filtro de ar ou substituição

Limpeza dos ventiladores da unidade interna e externa

Testes de atuação dos componentes elétricos

Verificação da tensão e corrente elétrica

Verificação da instalação elétrica do aparelho

Aperto dos parafusos de fixação dos ventiladores da unidade interna e externa

Lubrificação de todas as partes de moveis

Substituição da fiação avariada ou troca dos terminais oxidados

Verificação com troca, se necessário, do amortecedor do motor dos ventiladores e compressor

 

Fonte: Manutherm

 

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1. Comprar um ar-condicionado muito grande
Muitas pessoas tendem a pensar que um ar-condicionado de ar grande é mais eficiente. Na verdade, o tamanho do aparelho de ar-condicionado deve ser sempre proporcional ao ambiente em que será colocado. Uma unidade de grandes dimensões com relação ao tamanho do ambiente que deve resfriar é incapaz de determinar uma temperatura uniforme e pode, pelo contrário, operar de uma maneira ineficiente, alternando muito rapidamente as suas fases de funcionamento. Da mesma forma, um ar-condicionado subdimensionado terá um mau desempenho. A dica, portanto, é sempre comprar aparelhos conforme suas reais necessidades.

2. Posicionar o aparelho de ar-condicionado em um local muito quente da casa
Ao contrário do que se poderia imaginar, não é conveniente colocar o ar-condicionado no lugar mais quente da casa ou em um local exposto à luz direta. Tal posicionamento provoca um consumo excessivo de energia, muito mais elevado do que o necessário. Portanto, é mais sensato instalar o ar-condicionado em uma área sombreada e mais fresca da casa.

3. Colocar o termostato do aparelho perto de fontes de calor
Se o termostato estiver separado do aparelho, para economizar energia, certifique-se de posicioná-lo longe de fontes de calor como lâmpadas e aparelhos, o que pode distorcer a medição da temperatura do ambiente, fazendo o ar-condicionado trabalhar mais e desnecessariamente.

4. Esconder o ar-condicionado
O ar-condicionado não é um objeto de decoração, estamos de acordo, mas isso não significa que devemos escondê-lo atrás de plantas ou cortinas, o que acaba dificultando a ventilação e o seu funcionamento ideal.

 

Fonte: Greenme

 

 

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Ar-condicionado de janela
Popularmente chamado de ar-condicionado de parede ou “janeleiro”, esse equipamento é a forma tradicional e menos tecnológica do aparelho. Seu funcionamento é simples: o dispositivo retira o calor do cômodo e o transfere para o ambiente externo.

Principais vantagens: oferece os preços mais baixos de ar-condicionado e, geralmente, são mais compactos. Além disso, sua instalação é mais simples se comparada à do modelo split.
Principais desvantagens: trabalha com (relativa) baixa capacidade, oferecendo modelos de 7 mil BTU a 30 mil BTU. Dependendo do tamanho do cômodo, ele não vai ser o suficiente. Além disso, o ar-condicionado de parede pode produzir bastante ruído.
Indicação: ambientes pequenos e em que os ocupantes não se importem com um pouco de ruído. Além disso, o equipamento vai exigir uma saída para o exterior, não sendo recomendado para casas próprias ou imóveis com probição para realizar mudanças estruturais.

Ar-condicionado split
Como o nome pode sugerir, o ar-condicionado split – que significa “separado”, em inglês – é composto por duas partes: a evaporadora, responsável por lançar o ar gelado para o cômodo, e a condensadora, instalada no ambiente externo e que realiza o resfriamento do ar (também responsável pelo barulho).

Principais vantagens: além do baixo nível de ruído, o split apresenta os modelos mais modernos, sofisticados e bonitos da categoria. Com capacidades que podem chegar até 80 mil BTU, esse equipamento também se destaca por não exigir um trabalho de instalação muito grande, sendo necessário um buraco apenas para a passagem das tubulações.
Principais desvantagens: é o ar-condicionado mais caro. Sua instalação deve ser realizada por profissionais especializados, o que encarece o processo de manutenção do dispositivo.
Indicação: o split é indicado para ambientes grandes e que permitem reformas estruturais no cômodo para a passagem da tubulação. Apesar disso, ele funciona muito bem em ambientes pequenos e pode oferecer certa economia em relação ao ar-condicionado de janela. Ele também oferece um baixíssimo nível de ruído, perfeito para quem se incomoda com o barulho.

Ar-condicionado portátil
O seu funcionamento se assemelha bastante ao do ar-condicionado de janela, retirando o ar quente para uma área externa. Oferece certo nível de ruído e é limitado para ambientes pequenos.

Principais vantagens: além da portabilidade, é fácil de instalar e pode ser colocado em qualquer lugar, desde que exista uma janela.
Principais desvantagens: limitado para ambientes de até 20 m², pode fazer bastante barulho e custar bastante caro. Em adição a isso, esses equipamentos também consumem muita energia elétrica.
Indicação: o ar-condicionado portátil é perfeito para quem não tem condições de fazer um furo sequer na parede da casa – condomínios e imóveis alugados enquadram-se nessa categoria. Além disso, ele é mais bem aproveitado se o cômodo não for muito grande, mas pode trabalhar em conjunto com outros equipamentos iguais.

 

Fonte: Tec Mundo

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