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Trabalhamos com todas as marcas e modelos de ar condicionado

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Ao analisar o mercado de aparelhos de condicionadores de ar observamos que há uma grande variedade de equipamentos, com diversas marcas e modelos.

Observamos um mercado presente em quase todos os ambientes, tanto em relação ao consumidor final como também com os consumidores industriais, permitindo grandes mudanças na relação mercado e consumidor. 

Tipo de mercado

Ao analisar o estagio do ciclo de vida do produto no mercado, observamos que se trata de um mercado maduro e expandido, um mercado com vários tipos de produtos e que continua em crescimento.

É notável que exista um grande número de concorrentes proporcionando vários produtos e serviços relacionados a este tipo de mercado, e devido às mudanças climáticas que estão ocorrendo atualmente há grandes possibilidades de continuar crescendo.

Ambiente de mercado

Em relação aos ambientes do mercado, podemos observar alguns impactos que permite mudanças no mercado em relação aos consumidores:

Demografia: podemos dizer que o mercado de condicionador de ar tem grandes relações com os fatores demográficos, devido às mudanças que ocorre nas classes sociais, ou seja, quanto maior for o nível da ocupação, da profissão, da renda e das classes econômicas, melhor será a relação entre mercado e consumidor.

Local de moradia também é um fator demográfico que causa fortes impactos no mercado de ar condicionado, ou seja, nas regiões que o clima é mais favorável ao verão o aparelho tem uma climatização voltada para a refrigeração, e nas regiões que o clima é mais para inverno a climatização é voltada ao aquecimento.

Cultura: a cultura favorece o mercado de ar condicionado através dos valores e até mesmo pelo modismo que faz com que os consumidores tenham atitudes de consumir os produtos deste mercado.

Nas regiões tropicais este tipo de mercado faz parte da cultura, seja através da necessidade ou até mesmo por costume e valores.

Economia: a economia tem grandes relações nas mudanças deste mercado às vezes favorecendo através do aumento de crédito e às vezes dificultando com o aumento dos juros, ou seja, a economia pode trazer mudanças ao mercado de ar condicionado, tanto positiva como também negativa. Tudo depende da política monetária definida pelo banco central para melhor controlar o fluxo circular de renda, permitindo ao mercado controlar a relação oferta e demanda.

Política: a política interfere neste mercado de forma negativa, (ao mercado), fiscalizando e controlando a venda e desperdício de materiais usados nos equipamentos que ao ser mal utilizado pode prejudicar tanto a saúde como o meio ambiente.

Legislação: a legislação interfere no mercado de condicionador de ar através das leis que obriga o proprietário a fazer manutenção preventiva mensalmente, como limpeza geral no aparelho e troca de filtros.

Infraestrutura – a infraestrutura tem grandes relações positivas com o mercado de ar condicionado, quanto maior for os investimento em infraestrutura, (construção de grandes empreendimento imobiliários e shopping) maior será o crescimento deste mercado.

Tecnologia: a tecnologia tem sido o fator que mais tem colaborado com o crescimento do mercado de condicionador de ar, permitindo grandes mudanças como a automação dos equipamentos, com sensores que é acionado quando os filtros estão sujos solicitando a limpeza ou troca, permite também que os aparelhos sejam ligados e desligados com horários programados e até mesmo um controle da temperatura tudo através de computadores.

Natureza: a natureza é um fator que tem gerado grandes discussões em relação a este tipo de mercado, devido o gás utilizado nos aparelhos serem prejudicial à camada de ozônio.

A natureza por outro lado tem favorecido este tipo de mercado, com as grandes mudanças de temperatura, dando ao mercado a oportunidade de produzir aparelhos que tem a função tanto de refrigeração quanto de aquecimento.

Segurança: este tipo de mercado tem alguns impactos que são causados pelo ambiente da segurança, impacto positivo é facilidade que o consumidor tem para adquirir um aparelho de ar condicionado e um fator negativo é a preocupação que o consumidor tem após a compra de ter que instalar e garantir uma boa manutenção, já que o custo destes serviços é bem maior que do próprio aparelho.

Organizações: as organizações por estar ligada a infraestrutura também tem grande impacto neste tipo de mercado, principalmente as organizações voltadas ao segmento de equipamentos elétricos, (informática), que na falta de equipamento de condicionador de ar pode ter prejuízo, devido o superaquecimento dos seus produtos.

Globalização: a globalização tem um grande impacto neste mercado por favorecer tanto aos concorrentes quanto ao consumidor a conhecer os produtos deste mercado.

A globalização permite ao concorrente saber como são os processos dos concorrentes, (nacionais e importados), conhecendo as inovações, diferenciações e até copiando equipamentos.

Concorrência: a concorrência é o ambiente mais importante para a pesquisa pôr estar relacionada diretamente a categoria do produto Marketing.

Temos quatro tipos de concorrência;

- concorrência direta; é constituída pelo mesmo tipo de produto e mesma categoria, ou seja, pode ser substituindo sem que haja diferenças.

ex: pode substituir um aparelho mult split Carrier pôr um aparelho multsplit York , não havendo diferença entre eles.

- concorrência de categoria; é a concorrência do mesmo produto, mas com categorias diferentes,

ex: pode substituir um aparelho mult split Carrier pôr um aparelho de ar condicionado de janela, havendo diferença apenas na qualidade dos produtos, (produtos genéricos).

- concorrência indireta; é a concorrência de um tipo de produto que pode substituir o outro produto, ou seja, produtos com a mesma funcionalidade.

ex: pode ser substituído um aparelho de ar condicionado por um ventilador, diferença na categoria e na qualidade do produto.

- concorrência orçamentária; é a troca de um produto pôr outro de outra funcionalidade,

ex: trocar um aparelho de ar condicionado mult Split pôr um bebedouro de água mineral gelada, leva em conta os recursos financeiros. 

Comportamento do Consumidor

Reconhecimento das necessidades

O reconhecimento das necessidades é realizado observando de que maneira o consumidor reconhece suas necessidades, podemos dizer que este tipo de mercado esta sendo reconhecido principalmente pela necessidade percebida do consumidor, seguido pela exposição social e até mesmo pelas indicações.

Este tipo de mercado esta ligado diretamente ao setor de infraestrutura e tecnologia, a grande demanda é dos grandes empreendimentos imobiliários, (consumidor organizacional), que procura através da tecnologia valorizar seus imóveis. Este consumo aumenta a cada ano e a tendência é que estes números não param de crescer. Apesar deste tipo de mercado ter grande parcela de seu crescimento ligado ao consumidor organizacional, pode perceber uma forte relação deste mercado com o consumidor final, que ocorre devido às mudanças climáticas que a cada dia favorece mais este tipo de mercado.

Processos de compras

Ao analisar os processos de compras, devemos estudar o comportamento dos consumidores que se divide em dois processos, reconhecimento das necessidades e busca de informação.

O reconhecimento das necessidades vai tentar identificar se vale a pena adquirir o produto através das buscas de informações que são divididas entre fontes internas e fontes externas.

Podemos dizer que fontes internas é o conhecimento que o consumidor tem em relação ao produto,

ex: o consumidor toma a decisão de comprar um aparelho de ar condicionado pôr que conhece  o funcionamento do produto e confia na qualidade, (experiência própria).

As fontes externas é o conhecimento do aparelho de ar condicionado através de catálogos, sites e até mesmo pôr esse trabalho.

ex: o consumidor toma a decisão de comprar um aparelho de ar condicionado pôr ter lido este trabalho, (experiência de terceiros, marketing).

Tipos de Compras 

Temos no mercado de condicionador de ar três tipos de compra, compra de conveniências I, II III, são tipos de compras que mostra que o consumidor conhece o produto (marca e modelo), e compra levando em consideração a segurança, o envolvimento com o produto, a fidelidade às marcas, a obsolência de informação e a frequência de compras. 

Benéficos funcionais

 Benefícios funcionais são aqueles oferecidos pelos fabricantes do produtos: como a qualidade da matéria prima, a resistência e a durabilidade do produto,  a assistência técnica, os assessórios, o design do produto conforto causado pelo aparelho e o atendimento recebido pelos vendedores e principalmente pelo setor de atendimento ao cliente

Benefícios funcionais 

Benefícios funcionais são aqueles que estão relacionados tanto ao produto quanto a marca, como tempo de marca, tradição, aparência, estilo e credibilidade da marca.

Geralmente o consumidor também leva em consideração o custo de conveniência levando em conta a necessidade de obter o produto e o tempo esperado de entrega.

Custo de conveniência: este tipo de custo é identificado no momento da compra, por que geralmente o fornecedor se responsabiliza em favorecer o consumidor.

Custo de risco: como o custo de conveniência o custo de risco é assumido pelo fornecedor através de garantias.

Custo de oportunidade: é quando o consumidor deixa de comprar um aparelho de ar condicionado para comprar, por exemplo, um bebedouro que esta em promoção.

Custo psicológico: é um fator que ocorre com frequência neste tipo de mercado, o consumidor vai comprar um equipamento e na hora de comprar fica em duvida, e até se irrita, mas com a importância dada ao produto se reduz o custo psicológico.

Influências

Os consumidores na hora de adquirir o produto levam em conta às influencias de pessoas no sentido de preferências, os grupos sócios culturais no sentido de referencias, grupos sócios econômicos na relação com o padrão de consumo do consumidor,

Nos ambientes mudanças de decisões em relação aos ambientes de mercados, situacionais que faz com que o consumidor compre o produto por alguns detalhes que agradou no ponto de venda.

Pessoais e familiares: são influenciados pela preferência de marcas, modelos que já conhece e trouxe satisfação.

Sócio cultural: é influenciado por grupos de referencias.

ex: aparelhos utilizados em grandes organizações, universidades, etc.

Sócio econômico: as influencia sócio econômico esta relacionada aos padrões de consumo do consumidor.

ex: o consumidor leva em conta o custo do produto em relação a sua renda.

Ambientais: as influencias ambientais são as influencias que é proporcionada pelo clima.

ex: verão influencia a refrigeração do ar, inverno influencia o aquecimento do ar.

Situacionais: as influencias situacionais neste tipo de mercado esta relacionadas aos pontos de vendas.

Ex: o consumidor ao entrar no ponto de venda que tem um aparelho instalado ele percebe a climatização proporcionada pelo aparelho.

Custo benefício: ao analisar o custo benefício deste produto o consumidor percebe que apesar de ter um custo alto o aparelho, custo com instalação e custo de manutenção o investimento vale a pena.

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A NBR 13971 estabelece orientações básicas para as atividades e serviços necessários na manutenção de conjuntos e componentes, em sistemas e equipamentos de refrigeração, condicionamento de ar, ventilação e aquecimento

air-conditioning-unitAtualmente, o edifícios se tornaram cada vez mais fechados e grau de automatização interna também aumentou. A dependência de controles computadorizados, sistemas forçados de ventilação, sistemas de ar condicionado, dentre outros, foi crescendo. Sistemas de ventilação tornaram-se mais sofisticados. Reduções nos gastos de energia foram possíveis pelo emprego de computadores para variar as quantidades de ar introduzidas no edifício, baseadas unicamente em requisitos de carga térmica nos espaços ocupados.

O único critério utilizado, no que diz respeito ao ar interior, foi a temperatura e a umidade. Outros parâmetros envolvendo a qualidade do ar utilizado dentro dos edifícios foram ignorados. Se, por um lado, houve uma preocupação crescente com a economia de energia, por outro, a qualidade do ar interno foi deixada de lado. Controles e avanços nos sistemas automatizados causaram uma redução dramática nas perdas de energia nos últimos 30 anos e as taxas de infiltração de ar caíram.

O resultado de tudo isso foi que as concentrações médias dos vários poluentes no ar interno aumentaram substancialmente. Registros externos de entrada de ar eram dispostos de modo a permitir um mínimo de captação de ar, ou mesmo eram fechados para diminuir os gastos com refrigeração.

Hoje já se sabe que uma série de poluentes – dentre eles, monóxido de carbono, dióxido de carbono, amônia, óxido de enxofre e nitrogênio – é produzida dentro do edifício por materiais de construção baseados em solventes orgânicos, por materiais de limpeza, mofo, bolor, metabolismo humano e também pelas próprias atividades do homem, como cozinhar ou lavar e secar roupas. Tais poluentes comprometem a saúde e o rendimento do trabalho dos usuários.

Alguns edifícios já estão sendo chamados de doentes, devido à péssima qualidade do ar em seus recintos. Isso levou a um estado doentio transitório dos usuários, já que os sintomas normalmente desaparecem quando as pessoas afetadas deixam o edifício. Sua origem está relacionada ao fato de que aqueles com manutenção inadequada de suas torres de resfriamento e sistema de ventilação são fontes de microorganismos.

Dessa forma, a NBR 13971 de 01/2014 – Sistemas de refrigeração, condicionamento de ar, ventilação e aquecimento – Manutenção programada pode ajudar a melhorar esse quadro. A norma estabelece orientações básicas para as atividades e serviços necessários na manutenção de conjuntos e componentes, em sistemas e equipamentos de refrigeração, condicionamento de ar, ventilação e aquecimento. Esta norma, em conformidade com a NBR 16401-1, aplica-se a equipamentos de refrigeração, condicionamento de ar, ventilação e aquecimento voltados ao atendimento das exigências de qualidade do ar, conforto e processo, respeitando-se as condições de referência.

Para a execução da manutenção programada, a instalação deve atender aos seguintes itens: a) facilidade de acesso; b) iluminação adequada para a prática das atividades; c) ponto de energia elétrica compatível com as atividades a serem desenvolvidas; d) pontos de água e de drenagem; e) ponto de ar comprimido (recomendável); f) ponto de internet (recomendável); g) sala de máquinas limpa e desimpedida, livre de objetos que não tenham uma função determinada neste local; h) estar operando sem pendências provenientes da necessidade de intervenções corretivas, ou seja, nas condições de referência.

Quanto à documentação, é necessário disponibilizar para a equipe de manutenção os documentos técnicos referentes à instalação, como: projeto, memorial descritivo, folhas de dados, manuais de operação e manutenção, fichas de partida e outros. Os intervalos para as atividades periódicas não estão indicados nesta norma e devem ser definidos pelo profissional habilitado, considerando-se os seguintes aspectos: a) tipo de equipamento; b) tempo efetivo de operação; c) regime de operação; d) tipo de aplicação; e) grau de agressividade do ambiente; f) disponibilidade da instalação para manutenção; g) fatores específicos da instalação.

As atividades apresentadas nesta norma definem as tarefas aplicáveis à maioria dos conjuntos e dos componentes dos sistemas e equipamentos de refrigeração, condicionamento de ar, ventilação e aquecimento. As atividades estão estabelecidas nas Tabelas 2 a 14 (disponíveis na norma), classificadas em dois tipos: a) P = atividades periódicas a serem executadas em intervalos de tempo regulares, preestabelecidos; b) S = atividades a serem executadas, se necessário, em função de avaliação durante os serviços de campo.
Fonte:qualidadeonline

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Um sistema de ar condicionado ligado, geralmente está diretamente relacionado a um aumento nos sintomas de alergia. Isso ocorre porque os sistemas de ar condicionado operam em um ambiente fechado para maior eficácia e redução dos custos. Com a restrição do fluxo de ar vindos do exterior do ambiente, quaisquer contaminantes no ar ficam continuamente circulando pelo ambiente, e se estes contaminantes incluem alérgenos, quem tem alergia vai sofrer um bom bocado. Quanto maior o isolamento do ambiente, piores serão os efeitos do ar condicionado para quem tem alergia.

Alergia a ar condicionado: entenda!

Entenda que não é o ar condicionado que causa sua alergia mas sim, os contaminantes presentes no ar que está circulando. Alguns contaminantes encontrados no ar podem incluir:

Fibras sintéticas de tapetes e tecidos de móveis.

Produtos químicos contidos em materiais de construção, incluindo o formaldeído (formol).

Produtos para limpeza e cuidados pessoais.

Inseticidas e pesticidas.

Gases produzidos por aquecedores de água e utensílios de cozinha, incluindo monóxido de carbono (CO), que é potencialmente letal.

Fumos produzidos por agentes combustíveis, incluindo gases substâncias do tabaco e lareiras a lenha.

Pelos de animais e ácaros.

Contaminantes introduzidos a partir do ar exterior, incluindo pólen e gás radônio.

Um ar condicionado central pode realmente promover a formação de contaminantes biológicos pesados dentro de sua casa ou empresa, também. O ar frio produzido por um ar condicionado central é transportado através de uma estrutura de dutos de ar em sótãos e paredes. Como o ar refrigerado viaja através dos dutos de ar nessas áreas mais quentes, pode ocorrer condensação. Isso cria um ambiente ideal para a produção de mofo e bolor, um alérgeno pesado para quem é mais sensível.

Manutenção de ar condicionado para evitar alergias

Encontre uma empresa de manutenção profissional de ar condicionado para seus sistema, de forma a garantir que as alergias fiquem longe do seu escritório, empresa, ou residência. (Foto: divulgação)

Alergia a ar condicionado: sintomas

Para quem sofre de alergias, sistemas de ar condicionado podem causar ou agravar uma variedade de sintomas, incluindo irritação dos olhos, nariz e garganta, congestão respiratória e falta de ar, tonturas, dores de cabeça e fadiga. Rinite e sinusite podem ser consequências e sintomas da alergia ao ar condicionado.

Alergia ar condicionado: o que fazer?

Há uma série de medidas disponíveis para combater os efeitos dos sistemas centrais de ar condicionado em quem sofre de alergias. Um dos mais eficazes é ter os dutos de ar em sua casa limpos por profissionais. Os proprietários devem ter seus dutos de ar inspecionado quanto a vazamentos, bem como serem limpos por um profissional regularmente para remover contaminantes e reduzir o risco de re-contaminação.

Uma central de ar condicionado utiliza filtros de ar, que são projetados para remover contaminantes do ar interior. Os filtros de ar variam em eficácia e preço. Os filtros menos eficazes são de fibra de vidro, bem como os de poliéster. Ambos são baratos, nas não fornecem filtração suficiente para quem sofre de alergias. Filtros mais eficazes eletrostáticos de ar condicionado criam uma carga elétrica que atrai contaminantes do ar para o material de filtração, onde eles ficam presos para a remoção futura. Filtros de ar condicionado central eletrostáticos devem ser limpos regularmente com água da torneira e completamente secos antes de serem substituídos no sistema.

Para quem sofre de alergias, filtros High Efficiency Particulate Air (HEPA) são frequentemente recomendados. Os filtros HEPA são de utilização única, descartáveis, construídos de um meio de filtragem do tipo seco, com um mínimo de eficiência de remoção de partículas de 99,97% de 0,3 micron ou outros contaminantes.

Bons filtros e limpeza profissional regular podem ajudar muito, mas para alergias graves, precauções adicionais podem precisar de ser tomadas. Purificadores ultravioletas e umidificadores de ar, usados em conjunto, são altamente eficientes no combate a alergias provocadas pelo ar condicionado.

O que você faz contra as alergias do ar condicionado? Como você evita os sintomas? Deixe nos comentários!

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A climatização oferece muitas possibilidades de trabalho, sendo hoje um segmento com grande demanda por mão de obra especializada. No entanto, muitas pessoas têm a vontade de ingressar no ramo e não sabem como proceder. Neste texto vamos mostrar o procedimento necessário para se tornar um profissional do setor.

1º passo – Qual área dentro da climatização?
Primeiro de tudo, defina o que você quer fazer. A climatização é um segmento amplo. Os profissionais podem se especializar em diferentes áreas do HVAC, que são aquecimento (heating), ventilação (ventilation), ar-condicionado (air conditioning) ou refrigeração (refrigeration).

2º passo – Qual curso fazer?
Depois de definir qual braço da climatização será percorrido, é hora de iniciar o curso de capacitação. No mercado existem cursos técnicos de curta duração, cujos valores estão na faixa de 800 a 2500 reais, e também graduações de nível universitário. O valor da faculdade tem uma variação maior e varia de acordo com a instituição de ensino e curso selecionado.

Os cursos técnicos mais encontrados são:


o Projetos de climatização (Projetista)
o Técnico em ar-condicionado (instalação e manutenção de splits e janeleiros)
o Ar condicionado Solar
o Ar condicionado Automotivo
o Técnico em Refrigeração e Climatização
o Refrigeração comercial (câmaras frias)
o Refrigeração Industrial
o Refrigeração aplicada
o Mecânico de Refrigeração
o Automação Residencial
o AC central / Splitão / Self Contained
o Técnico climatização de grande porte (instalações comerciais e industriais)

Cursos Superiores que trabalham com a climatização:


o Engenharia Mecânica
o Engenharia Civil
o Arquitetura
o Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica
o Pós-Graduação em Engenharia da Climatização

3º passo – Mãos à obra – Autônomo ou empregado?
Feito o curso, o profissional já está apto para o trabalho. Neste momento ele tem duas escolhas: trabalhar como dono do próprio negócio de forma autônoma ou então ser contratado em uma empresa de climatização. Cada uma das opções tem seus pontos positivos e negativos, por isso, avalie qual melhor caminho a seguir. Lembrando que trabalhadores autônomos precisam ter um carro e um ajudante (ou sócio) para poder instalar e fazer as manutenções.

3º passo – Credenciado ou não?
Caso opte por ser um instalador autônomo ainda existem mais duas opções: se credenciar ou não junto à uma ou mais marcas de ar-condicionado. O credenciamento não é obrigatório. Existem ótimos profissionais autônomos que não representam nenhum fabricante e trabalham com todas as marcas normalmente. Contudo, quando o profissional faz parte de uma assistência técnica autorizada, poderá haver o aumento de trabalho, visto que é um fato determinante para alguns clientes na hora da instalação, manutenção e garantia.

4º passo – Como ser um agente credenciado?
Para ser um profissional autorizado de alguma marca, é preciso fazer a solicitação diretamente com a empresa desejada. Cada marca possui o seu sistema de credenciamento. Algumas o contato pode ser por telefone e outras solicitam por e-mail.

Veja neste link como ser um autorizado das 12 principais marcas no Brasil. Escolha a empresa e clique no link para verificar qual é o procedimento necessário.

5º passo – Divulgação dos serviços
Uma das ferramentas mais utilizadas para divulgação de serviços no setor é o Banco Nacional de Instaladores. Ele é o maior cadastro brasileiro de profissionais de HVAC, onde milhares de usuários pesquisam por técnicos em todas as regiões do país. O registro é gratuito e, hoje, conta com mais de três mil inscritos. Aqui neste link é possível o registro gratuito.

6º Passo – Mantenha-se atualizado
Independente de o profissional ser autorizado ou não, autônomo ou empregado, uma coisa é fundamental: estar sempre com os conhecimentos atualizados. Fique atento aos cursos e eventos que complementam o seu ofício. Além disso, mantenha uma postura ética, isto gera boas recomendações no setor.

Existe também a profissão de Consultor em Projetos de Climatização. A consultoria acontece quando o profissional tem bastante experiência e possui condições de investimento empresarial. Então ele atende um grupo de clientes fornecendo soluções personalizadas

geladeira

Há evidências de que os seres humanos, desde os primórdios, notaram que o simples resfriamento de alimentos era capaz de conservá-los por um tempo maior. Muito provavelmente, as apropriações de territórios foram responsáveis pela disseminação deste conhecimento às civilizações.

No entanto, somente no século XIX é que Jacob Perkins, um inventor inglês, desenvolveu um compressor capaz de solidificar a água, produzindo gelo artificialmente. E, obviamente, esta descoberta possibilitou que algumas indústrias, como as cervejarias, por exemplo, prosperassem. Além disso, o ramo comercial também foi bastante favorecido, uma vez que tornou-se possível enviar os produtos para vários países distantes.

Já no início do século XX, Willis Carrier, americano, instalou em uma gráfica de Nova York o primeiro aparelho de ar-condicionado, o qual era capaz de controlar a umidade do ambiente e de resfriá-lo.

Os primeiros refrigeradores domésticos (mais conhecidos como geladeiras) surgiram, nos Estados Unidos, no início da década de 1920, tornando-se populares muito rapidamente. Hoje em dia, no Brasil, estima-se que um percentual superior a 80% das residências tenham uma geladeira.

Componentes

Basicamente, uma geladeira é composta dos seguintes elementos:

    Fluido refrigerante: o qual deve possuir baixa pressão de vaporização e alta pressão de condensação, como é o caso do freon - fluido mais utilizado para refrigeração.
    Compressor: funciona como uma bomba de sucção que retira o fluido do ramo da tubulação que o antecede (reduzindo a pressão) e injeta este fluido no ramo da tubulação que o sucede (aumentando a pressão).
    Condensador: trata-se de uma serpentina externa, localizada na parte de trás da geladeira, na qual o vapor se liquefaz, e que é responsável por liberar calor para o ambiente.
    Tubo capilar: é responsável por diminuir a pressão do vapor do fluido.
    Evaporador: é composto por um tubo em forma de serpentina acoplado ao congelador. Para passar ao estado gasoso, o fluido absorve energia na forma de calor do congelador e, ao abandonar o evaporador, chega ao compressor, recomeçando o ciclo.
    Congelador: localiza-se na parte superior do refrigerador para facilitar a formação de correntes de convecção internas, permitindo a mistura do ar à baixa temperatura do congelador e de sua vizinhança com o ar à temperatura mais elevada das outras partes.

FONTE: sofisica

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